Do corpo, se entregar mais tarde
Feito cálice de auroras velhas
Que padecem em notas escarlates
Da vida, os retalhos em linhas tortas,
Cruzadas pelas mãos ferventes em águas ásperas
Ao purificar as letras inóspitas
Do sonho, a umbridade dos olhos tênues
Vagos, vorazes, velando vespas
Que, em vão, buscam a luz
Do som, o chão enrugado por pés anônimos
Cujos loucos gingados brancos
Perderam a voz dos dias atônitos.